Janeiro Roxo, mês de conscientização sobre a hanseníase

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Você sabia que Janeiro Roxo é o mês de conscientização sobre a hanseníase, uma campanha que tem o apoio do Instituto Melanoma Brasil?

Primeiramente, cabe esclarecer que a hanseníase é uma doença infecciosa e transmissível. Felizmente, tem cura e o tratamento pode ser feito gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Conhecida no passado como lepra, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae.  Atinge principalmente a pele e alguns nervos periféricos. Na última década, o Brasil teve expressiva redução na ocorrência da doença. No entanto, ocupa a segunda posição no mundo em número de casos.

Sinais e sintomas

Quando diagnosticada e tratada precocemente, a hanseníase não deixa sequelas. No entanto, nem sempre isso ocorre, por causa da falta de informação e de atrasos nos diagnósticos. Em estágios mais avançados, a hanseníase pode causar complicações e deformidades. Portanto, é importante ficar atento aos sinais de alerta. Os mais comuns são:

– Surgimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas, nem sempre bem delimitadas, em diferentes regiões do corpo

-Perda de sensibilidade ou dormência nos locais afetados

– Perda de pelos e ausência de transpiração

-Surgimento de caroços em regiões mais frias do corpo, como cotovelos, orelhas e mãos

-Formigamento nos pés, braços e pernas

– Inchaço nas mãos e nos pés

Tratamento da hanseníase

Caso apresente alguns desses sintomas, é preciso procurar ajuda médica. Quando tratada tardiamente, a hanseníase pode deixar sequelas para o resto da vida. Assim, quanto antes descobrir e tratar, melhor.

Além disso, caso receba o diagnóstico,  importante que os familiares e as pessoas que têm convivência próxima com você também sejam examinados. Acredita-se que a transmissão ocorra por meio do contato com secreções corporais do paciente infectado, como saliva e muco.

 O tratamento pode ser feito gratuitamente pelo SUS, com o uso de antibióticos que matam o bacilo causador da doença. Após iniciar o tratamento, o paciente deixa de transmitir a hanseníase para outras pessoas. Assim, não há qualquer motivo para que seja isolado do convívio social. Portanto, aproveite este mês de conscientização sobre a hanseníase para se informar bem e dizer não ao preconceito! 

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