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Há sete anos, a universitária de Biomedicina Rita Mota, 55 anos, se preparava para iniciar um tratamento para engravidar quando encontrou um caroço na axila, que a biópsia revelou ser um melanoma. Ao receber o diagnóstico, Rita imediatamente buscou todas as informações possíveis sobre a doença na internet e ficou ainda mais triste e assustada. Decidiu, então, pela cirurgia, em um hospital de São José dos Campos, onde mora com a família. Ela optou, ainda, pela quimioterapia preventiva, após se consultar com um grupo de médicos especializados em melanoma, do hospital BP Mirante, em São Paulo.  A experiência de tratar o câncer mudou profundamente sua vida e sua relação com o próprio corpo e com o próximo.

“Eu descobri a doença porque fiquei grávida em 2015. Estava com três meses e perdi o bebê. Eu estava me preparando para ficar grávida de novo, quando senti dor embaixo da axila. Como minha mãe faleceu de câncer de mama, eu fiquei com medo e fui ao médico. Ele examinou e falou que não era nada. Minha tomografia deu apenas uma alteração no linfonodo, então fiz um PET SCAN, que sugeriu uma neoplasia. A biópsia apontou neoplasia maligna, confirmando o que a histoquímica tinha apontado: melanoma com metástase.

Eu mesma abri o exame em casa e vi o diagnóstico de neoplasia maligna. Até então não sabia o que era. Pensei que o câncer de pele não era tão ruim, mas o médico me disse que era muito grave. Entrei em desespero.

Rotina de tomar sol

Eu tinha uma rotina de tomar sol o dia inteirinho, desde pequena, das oito da manhã até às cinco da tarde, me dava até enjoo. Usava óleo de amêndoa para ficar bem moreninha. Agora eu tenho dó das pessoas que fazem isso. Eu fujo do sol porque ele é muito perigoso.

Meu tratamento foi em 2015. Até então eu tinha feito o ressecamento do linfonodo e o médico, em São Paulo, falou que o tratamento seria muito difícil: eu poderia fazer a quimioterapia em dois anos ou em dois meses, como prevenção. Escolhi fazer em dois meses e foi um tratamento difícil, árduo, com medicação dos Estados Unidos, uma bomba no meu organismo.

Fiquei internada em São Paulo, tive crises, foi um momento muito difícil. Chorei muito e sei que estou errada, mas pensei até mesmo em acabar com a minha vida na época. Mas no hospital BP Mirante conheci uma médica, Dra. Carol Nakamura, que foi e é um anjo em minha vida.

Instituto Melanoma Brasil

Ouvi falar do Instituto Melanoma pelo Instagram do doutor Elimar Gomes, entrei em contato com a presidente do instituto e conversei com ela sobre o meu caso. Consegui terminar todo o tratamento e a lição que ficou para a minha vida é que a gente tem que se cuidar e amar cada vez mais o próximo.

Depois dessa doença, me tornei uma pessoa muito melhor, me aproximei muito mais de Deus e da minha família. Meu porto seguro são meu marido e minha filha. Na época, ela tinha apenas 4 anos e eu achava que nunca a veria escrever o próprio nominho. Hoje, ela está com 11 anos.

Foi uma experiência que jamais desejo para ninguém. Hoje vivo um dia de cada vez porque quando recebi meu diagnóstico, em São José dos Campos, os médicos diziam que eu morreria em um ano. Foi muito difícil. Meu marido fez muito sacrifício para eu conseguir fazer esse tratamento e ainda não estou de alta, mas tenho fé que essa doença não volta mais.”

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