Tereza de Fátima e Silva

Tereza de Fátima e Silva descobriu o melanoma em estágio inicial.

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A Tereza de Fátima e Silva vive em São Bento do Sapucaí, no interior e São Paulo, e trabalha como costureira. Alguns anos atrás, ela ficou intrigada com uma pinta que surgiu repentinamente em seu braço, mas nem imaginava que pudesse ser melanoma. Até que uma médica recomendou que ela removesse aquele sinal estranho. Começava ali sua jornada contra o melanoma, que ela conta no relato a seguir.

“Um dia olhei para o meu braço e notei um sinal que tinha surgido de uma hora para outra. Era uma pinta pretinha. Intrigada, mostrei para minha filha: “Olha a pinta que apareceu no meu braço’ Não aparentava ser nada de mal, mas tinha um formato muito diferente. Tão diferente que eu a contemplava todos os dias, e assim se passaram quase três anos.

Durante consulta com a Dra. Adriana, uma clínica-geral que virou meu anjo da guarda, ela me disse que precisávamos remover o sinal, mas não me disse o motivo. Saí de lá com um encaminhamento para o dermatologista. Estava bem tranquila, pois até então nem imaginava o que poderia ser. Nunca tinha ouvi falar em melanoma.

Assim permaneci até o dia do retorno. No mesmo dia em que soube o resultado, fiz a cirurgia de ampliação de margens. Aí sim voltei para casa desanimada. Vasculhava o Google em busca de informações, mas isso me fazia sentir ainda pior. Felizmente, consegui participar do Grupo de Apoio e Acolhimento do Instituto Melanoma Brasil, mas, mesmo assim não foi nada fácil.

Hoje já se passaram dois anos desde que descobri o melanoma in situ Clark 1. Estou bem e me cuido bastante. Sigo acompanhando o grupo do Melanoma Brasil, e aprendi muito com essas pessoas maravilhosas, que me acolheram e esclareceram tantas dúvidas minhas. Isso me ajudou demais a superar o susto e o medo. Só tenho a agradecer.”

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