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 A jornada contra o melanoma da Marcelle Mineiro começou quando ela notou uma pinta esquisita na perna. Por insistência da mãe, ela removeu o sinal, sem nem imaginar que se tratava do câncer de pele mais perigoso. Veja o que ela conta sobre essa experiência.

“Meu nome é Marcelle, tenho 41 anos e sou de Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro.  

Minha jornada contra o melanoma começou com uma pinta que tinha na coxa direita.  Em 2005, essa pinta mudou repentinamente de tamanho, chegando até a sangrar. Minha mãe notou e pediu para que eu procurasse um médico imediatamente. Naquela semana eu tinha consulta com o ginecologista e aproveitei para mostrar.  Ele examinou e disse que não era nada demais. Por insistência de minha mãe, agendei uma consulta com o dermatologista que me deu a mesma resposta: ‘Não precisa se preocupar’.  

Contei as respostas dos médicos para minha mãe, porém ela não se deu por satisfeita e  me OBRIGOU a marcar uma consulta para retirada da pinta. 

Jornada contra o melanoma

Passei por um pequeno procedimento cirúrgico e, quando recebi o laudo, me deparei com o resultado: melanoma maligno. Não tinha noção do que se tratava e corri para a internet… Me assustei com as informações encontradas e pensei: ‘Não chegarei a trinta anos!’.  Assim sendo, busquei por Aquele que poderia me tranquilizar naquele momento: DEUS! Sou uma pessoa de Fé e creio que isso ajudou bastante… 

Assim, fiz  uma nova cirurgia para realizar a ampliação de margens e felizmente, não se tratava de um tumor metastático. Não houve mais problemas, até que, em 2010, notei um nódulo em minha virilha direita. Fiz ultrassonografia e punção aspirativa, que detectou presença de células cancerígenas. Fui encaminhada para o Instituto Nacional de Câncer (INCA) em outubro de 2010 e em janeiro de 2011 passei por uma cirurgia de linfadenectomia unilateral direita. 

Cicatrizes

Os médicos chegaram concluíram que não seria necessário o uso de medicamentos, apenas exames de rotina e consultas de fisioterapia para prevenção do linfedema.  Tive uma recuperação muito rápida. Hoje compareço ao INCA uma vez ao ano apenas para realização de exames de rotina. 

Tenho DEUS no controle de minha vida sempre! E gosto de citar a frase: ‘Temos de ver todas as cicatrizes como algo belo. Uma cicatriz significa: Eu sobrevivi…’ 

Nunca é tarde

Agradeço em primeiro lugar a DEUS por todo seu amor e cuidado para comigo. Em segundo, minha mãe, pois se não fosse pela insistência dela eu não teria marcado consulta para retirada do melanoma e não teria tido um diagnóstico precoce. Por fim, agradeço aos familiares e amigos pelo apoio, orações, amor, carinho e cuidado! Quando alguém da família trata um melanoma, todos sentem na pele.  

Concluindo, creio que essa experiência fez de mim uma pessoa mais forte, que valoriza as coisas simples da vida, coisas que, antes, passavam despercebidas. Hoje, evito sair ao ar livre nos momentos de sol forte e procuro incorporar a fotoproteção à minha rotina.  

Nunca é tarde para começar a se prevenir. Além disso, se notarem uma pinta estranha, busquem informações, procurem um profissional. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Não subestimem o câncer de pele.”

 

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