Mortalidade do melanoma aumenta entre homens, mas não entre mulheres

Compartilhar está publicação

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Alô, rapazes! Em tempos de Novembro Azul, vale a pena prestar atenção também nos cuidados com a pele. Por quê? A taxa de mortalidade do melanoma maligno entre os homens aumentou no mundo inteiro, enquanto entre as mulheres se manteve estável ou até diminuiu, segundo análise global divulgada nesta semana durante a Conferência do Câncer do NCRI 2018.

Os autores coletaram dados provenientes da Organização Mundial de Saúde, com foco em 33 países, no período de 1985 a 2015, levando em conta as especificidades de cada região. Alguns países têm população envelhecida, enquanto em outros os jovens predominam.

A mortalidade do melanoma maligno entre os homens foi maior que a das mulheres em todos os casos, com exceção da República Tcheca. As maiores taxas foram encontradas na Austrália, país com maior prevalência de melanoma no mundo: 5,72 mortes por 100.000 homens e 2,53 por 100.000 mulheres. Em seguida vem a Eslovênia, com 3,86 mortes por 100.000 homens e 2,58 em 100.000 mulheres. O Japão registra os menores números: 0,24 em homens e 0,18 em mulheres.

Segundo a Dra. Dorothy Yang, médica do Royal Free London NHS Foundation Trust, pontua que são necessários mais estudos para comprovar os motivos dessa tendência. O trabalho é preliminar e ainda não foi publicado em uma revista científica.

Dra. Dorothy informa que há evidências de que os homens têm menos propensão a se proteger do sol e se engajar em campanhas de conscientização sobre melanoma. Diferenças biológicas também estão sendo investigadas, para verificar se contribuem paraa disparidade entre os gêneros.

A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco para o desenvolvimento do melanoma. A doença pode ser prevenida com medidas simples, como usar diariamente filtro solar com FPS alto e evitar sair ao ar livre entre as 10h e 16h, horários de pico da radiação ultravioleta.

Receba nossa newsletter

Newsletter

Explore outros temas

Não é só o paciente que sente na pele o melanoma. A médica Camilla Oliari conta como a história de sua avó, Dona Yvone, paciente de melanoma metastático, modificou sua vida e suas escolhas.
Blog

Camilla Oliari

Como sempre falamos aqui, não é apenas o paciente que sente o melanoma na pele. Aos 9 anos, Camilla Oliari viveu a difícil experiência de

Tereza de Fátima e Silva descobriu o melanoma em estágio inicial.
Blog

Tereza de Fátima e Silva

A Tereza de Fátima e Silva vive em São Bento do Sapucaí, no interior e São Paulo, e trabalha como costureira. Alguns anos atrás, ela

Instituto Melanoma Brasil

faça sua parte, doe!

Receba nossa newsletter

Siga-nos nas redes sociais

Inscreva-se no canal

© 2021 Melanoma Brasil // Todos os direitos reservados

Seja um voluntário do Instituto

Faça parte do nosso banco de voluntários. Clique abaixo e preencha um formulário com seus dados e entraremos em contato para que você possa participar, com seus talentos, de ações desenvolvidas pelo Melanoma Brasil.

Faça sua doação!

small_c_popup.png

Cadastre-se

Receba nossa newsletter

Newsletter

X