A psicóloga Ana Paula Cervi sentiu na pele o melanoma, câncer de pele mais perigoso

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No ano passado, a psicóloga Ana Paula Cervi Colling descobriu que uma pinta na coxa esquerda, diferente de todas as outras que tinha, não era apenas um sinal esquisito, mas sim um melanoma, o câncer de pele mais perigoso. A descoberta lhe tirou o chão, mas ela foi em frente no tratamento. Hoje, busca conscientizar amigos e familiares sobre o câncer de pele mais perigoso. Confira seu relato:

“Em 2020, logo no início da pandemia, minha mãe e meu namorado notaram uma pinta na lateral da minha coxa esquerda. Ela era diferente de todas as que eu já tinha. Depois de um tempo, ao ficar saber que um conhecido teve diagnóstico de câncer de pele, resolvi marcar dermatologista para verificar se a pinta era normal e benigna, como as demais que eu tinha.

Para minha surpresa, leia-se ‘desespero’, a dermatologista realizou dermatoscopia e solicitou a retirada do sinal o quanto antes. Após  longas semanas de aflição, o resultado da biópsia confirmou a suspeita: tratava-se de melanoma maligno. Naquele momento, meu mundo caiu. Sempre tive muitos cuidados com o sol, sou jovem (26 anos na época do diagnóstico), não tenho histórico familiar da doença, então foi um grande choque. Receber um diagnóstico de câncer é extremamente impactante e assustador, passam muitas coisas na cabeça. Ter apoio de amigos, familiares psicóloga e psiquiatra é fundamental! Logo que recebi o resultado da biópsia, procurei sobre melanoma e encontrei o grupo de apoio do Melanoma Brasil no Facebook, que tem um propósito muito lindo… com certeza me ajudou muito!

Depois do diagnóstico da dermatologista, fui encaminhada ao oncologista clínico e ao cirurgião oncológico para cirurgia de ampliação de margem e pesquisa de linfonodo sentinela. Destaco que esses médicos foram e continuam sendo uma grande benção na minha vida. Extremamente humanos, empáticos e competentíssimos.

Prevenção do câncer de pele mais perigoso

Em agosto passado, chegaram os resultados: margens livres. Que alegria, foi um grande alívio! Isso significa que possivelmente as células malignas não ‘migraram’ para outros locais.

Hoje em dia sigo com exames e acompanhamento com os oncologistas e com as dermatologistas. Estou voltando a ter sensibilidade na perna esquerda, e as cicatrizes estão cada vez menos aparentes – o que é o menos importante frente a todo o contexto. Faço mapeamento digital de todas as pintas a cada 6 meses, e todo o acompanhamento é para fins de prevenção.

 Aliás, a prevenção do melanoma é fundamental. Desde o diagnóstico, eu converso com amigos e familiares e os alerto sobre os riscos da exposição solar sem proteção. Aprendi que para o melanoma não importa a idade, todos devem se proteger e monitorar o seu próprio corpo. Câncer de pele não é brincadeira, não é só ‘retirar uma pinta’, como muitas pessoas imaginam.”

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