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O movimento sempre fez parte da vida de Alessandra Audino. Ela já foi maratonista, triatleta e velejadora de windsurf. Porém, mais de 20 anos atrás, descobriu o kitesurf,  esporte que permite “voar” sobre a água.  Pioneira na modalidade, se apaixonou tanto que, hoje, com 51 anos, mãe de dois filhos e avó de dois netos, levou a família toda para o kitesurf.

Em 2018, porém, Lê enfrentou ondas turbulentas. Tudo começou quando uma massagista chamou a atenção para uma pinta esquisita em suas costas. Exames mostraram que se tratava de um câncer melanoma, o tumor cutâneo mais agressivo.

Foi um baque. No auge do verão, a atleta se submeteu a uma grande cirurgia de emergência para remover o tumor. Foram mais de 20 dias com um dreno nas costas. Além disso, precisou adaptar sua prática esportiva aos desafios trazidos pelo melanoma. A exposição solar é o principal fator de risco. “Como praticante profissional de um esporte aquático, sempre passei muito tempo ao ar livre”, conta ela. “Além disso, o kitesurf só pode ser praticado nos horários de sol forte, quando temos as melhores condições de vento”, explica.

Para viver sua paixão pelo com segurança, apostou em medidas de prevenção diárias e rigorosas. “Cubro a pele corpo o máximo possível, com roupas de neoprene e camisas com FPS, chapéus e bonés”, explica ela. “Nas áreas expostas, uso filtro solar de amplo espectro com FPS alto e bem resistente à água”, completa.  O filtro solar com cor traz proteção extra ao rosto. “Quanto mais proteção, melhor”, afirma Lê.

Na água e fora dela, Lê não descuida. Fica sempre de olhos nas pintas e sinais do corpo, e tem igual rigor no acompanhamento médico. Periodicamente, faz diversos exames médicos para monitorar sua saúde.

Não foi e não é fácil, mas, nos momentos difíceis, Lê encontrou no kitesurf motivação para se sentir mais viva.  “O kitesurf me ajudou a superar muitos obstáculos. Com o melanoma, foi a mesma coisa, o kite me ajuda a superar os medos. Os desafios estão aí para ser enfrentados”, finaliza.

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