Conheça o melanoma vulvar, o segundo câncer de vulva mais comum

Apesar de raro, o melanoma vulvar é o segundo tipo de câncer de vulva mais comum, representando de 7 a 10% dos tumores da região,.

Compartilhar está publicação

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Apesar de raro, o melanoma vulvar é o segundo tipo de câncer de vulva mais comum, representando de 7 a 10% dos tumores da região, atrás apenas do carcinoma epidermoide.

Os fatores de risco para melanoma vulvar ainda não estão plenamente estabelecidos, e o prognóstico pode ser desfavorável. O tumor atinge principalmente os grandes lábios, o clitóris e as glândulas de Bartholin.

O melanoma vulvar é o segundo câncer de vulva mais comum e tem sintomas iniciais inespecíficos. Pode se manifestar como uma mancha pigmentada, lesão nodular, com dor ao toque ou durante o ato sexual. Também pode ter o aspecto de uma tumoração com diversas colorações, com ulcerações eventuais. Em geral, as lesões são percebidas em exames ginecológicos de rotina ou notadas pelas próprias pacientes.

Em caso de suspeita de melanoma vulvar, deve ser realizada a remoção completa da lesão, além de esvaziamento linfonodal. Podem ser necessários tratamentos adjuvantes, como imuno, quimio ou radioterapia.

Os principais  fatores associados ao prognóstico do melanoma vulvar são a localização, a profundidade, a presença de ulceração e a ocorrência de metástases para os linfonodos. Quanto maior a lesão, pior o prognóstico, por isso o diagnóstico precoce tem extrema importância para aumentar a chance de sucesso do tratamento.

Embora o melanoma esteja associado ao excesso de exposição solar, sempre vale lembrar que pode ocorrer em regiões não expostas do corpo, como o trato genital masculino e feminino. Considerando todos os melanomas de mucosas, os de trato genital representam 18% dos casos.

 Infelizmente, grande parte das mulheres desconhece o melanoma vulvar, acreditando que o tumor não se desenvolve nessa região. Assim, é importante que dermatologistas, oncologistas e ginecologistas conscientizem as pacientes sobre o melanoma vulvar, trazendo mais informações sobre a doença e, em seus atendimentos, prestem atenção aos sinais suspeitos.

 

Receba nossa newsletter

Newsletter

Explore outros temas

Não é só o paciente que sente na pele o melanoma. A médica Camilla Oliari conta como a história de sua avó, Dona Yvone, paciente de melanoma metastático, modificou sua vida e suas escolhas.
Blog

Camilla Oliari

Como sempre falamos aqui, não é apenas o paciente que sente o melanoma na pele. Aos 9 anos, Camilla Oliari viveu a difícil experiência de

Tereza de Fátima e Silva descobriu o melanoma em estágio inicial.
Blog

Tereza de Fátima e Silva

A Tereza de Fátima e Silva vive em São Bento do Sapucaí, no interior e São Paulo, e trabalha como costureira. Alguns anos atrás, ela

Instituto Melanoma Brasil

faça sua parte, doe!

Receba nossa newsletter

Siga-nos nas redes sociais

Inscreva-se no canal

© 2021 Melanoma Brasil // Todos os direitos reservados

Seja um voluntário do Instituto

Faça parte do nosso banco de voluntários. Clique abaixo e preencha um formulário com seus dados e entraremos em contato para que você possa participar, com seus talentos, de ações desenvolvidas pelo Melanoma Brasil.

Faça sua doação!

small_c_popup.png

Cadastre-se

Receba nossa newsletter

Newsletter

X