Bronzeamento Artificial

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A exposição à radiação ultravioleta é o fator ambiental mais importante como causa de câncer de pele. A luz solar apresenta radiação ultravioleta A, B e C. A radiação ultravioleta C é praticamente toda absorvida pela atmosfera. Cerca de 98% da radiação que nos atinge é a UVA. A radiação UVA penetra mais profundamente a pele que a UVB, e ambas agridem o DNA das células. Porém, também sabemos que a luz solar tem seus benefícios, pois a radiação solar é muito importante para a produção de vitamina D. Então o que fazer? Devemos aproveitar os benefícios do sol, evitando ao máximo queimaduras solares, que são muito relacionadas ao aumento da incidência do câncer de pele. Devemos cuidar os horários de exposição solar, evitando a exposição direta entre as 10 e 16 horas, usar protetores solares ao menos com fator de proteção 30, que devem ser reaplicados em média a cada 2 horas e ou após sudorese e mergulho, usar roupas com fator de proteção ( há várias marcas disponíveis ), ficar à sombra, usar óculos de sol, chapéu, boné.

No entanto a sociedade valoriza muito a aparência, como a pele bronzeada, vista por muitos como uma pele bonita e saudável.

Não podemos esquecer que a pigmentação é uma forma de defesa da pele ao dano sofrido pela radiação. A pele bronzeada pode ser adquirida com a radiação solar natural ou artificial. O método artificial promete bronzeamento rápido e seguro, o que não é verdade, pois ambas as radiações são implicadas como causa de câncer de pele e principalmente de melanoma, que pode ser fatal. Há muitos estudos que demonstram a relação direta entre o bronzeamento artificial e câncer de pele, principalmente quando o procedimento se iniciar na adolescência.

O bronzeamento artificial é um fator de risco que podemos evitar.

Vamos aproveitar somente o melhor do sol!

 

QUESTÃO DE PELE – por Dra. Ana Cristina Guimarães Martins, Dermatologista e membro do Comitê Científico do Instituto Melanoma Brasil.

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