Eu Senti na Pele

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Uma pinta estranha no colo causou desconfiança na Andressa Gontijo, veterinária de 39 anos. Ela precisou percorrer um longo caminho até finalmente obter um diagnóstico de melanoma inicial. Conheça a história dela.

“Minha história com o melanoma começa com uma pinta que eu tinha há muito tempo, no colo. Um dia fui a uma dermatologista, por questões estéticas. Ela não tinha o hábito de observar as pintas, o que é um erro de muitos dermatos, a meu ver.

No final da consulta, resolvi mostrar a pinta, pois era um pouco grande. A médica me deu um papel e, sem explicar nada, e me disse para agendar a retirada do sinal com um cirurgião plástico o quanto antes. Sai de lá assustada, com um folheto sobre o ABCDE do melanoma.

Todas as características do folheto correspondiam ao meu sinal. Mas, quando se tem 29 anos, não achamos que coisas sérias podem ocorrer.  Assim, marquei a cirurgia e retirei o sinal em questão, junto com outras pintas.

História com o melanoma

Uns dias depois, recebi uma ligação da clínica de cirurgia plástica. Pediram que eu fosse receber o resultado da biópsia da lesão. Quando cheguei ao consultório, encontrei minha mãe lá, chorando. O resultado? Melanoma grau 3 e uma enxurrada de notícias ruins.  Meu chão sumiu, Eu ia precisar de um nova cirurgia para ampliar a margem e fazer a retirada do linfonodo sentinela, entre outros tratamentos.

Nessa época, encontrei meu primeiro médico especialista em melanoma, que foi um anjo na minha vida. Logo que me conheceu,  disse: ‘Calma, não fechamos diagnóstico assim com um resultado só. Vamos pegar sua lâmina e fazer o exame em outro laboratório.’

Por fim, o segundo laboratório mostrou que eu não tinha um melanoma, mas sim um nevo atípico grave.
Assim, eu tinha em mãos dois resultados completamente diferentes. Um dizia que meu sinal era melanoma um grave, enquanto o outro afirmava que nem melanoma era. Partimos para um terceiro laboratório –  esse sim tiraria a prova dos 9.

Conheçam seu corpo

Meu caso era tão diferente que precisaram fazer uma reunião entre médicos para decidirem como estabeleceriam meu diagnóstico. Foi estabelecido então como melanoma in situ. Fiz a ampliação de margens, que se mostraram livres de melanoma, e sigo monitorando anualmente.

Conto isso tudo para dizer: desconfiem das pintas estranhas, conheçam seu corpo, não importa a idade. E, acima de tudo,  busquem sempre bons laboratórios e bons médicos. Se não tivesse encontrado o meu, acho que a história poderia ter tido um rumo diferente.”

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